Para quem foi ao Prozac nos últimos dias, certamente se encantou e até mesmo se emocionou com a lúgubre exposição de arte griliana, cujos desenhos em preto e branco - constraste que une Picasso e Klee nas pinceladas de mão dupla - decoram uma das paredes interna do bar. Mais conhecido no exterior do que mesmo no Estado do Rio Grande do Norte, Emanuel Grilo diz ser o Prozac o espaço mais adequado para seu talento ser descoberto em Natal. Ao retratar vagabundos, os trópicos e as putas, além da tristeza do submundo kantiano, Grilo ganhou prêmios em alguns países da Ásia e da África, onde é cultuado como o "desenhista" maldito. A exposição de arte está em aberto por tempo indeterminado e, para os que se interessam em conhecer o artista, todas as terças e sábados Emanuel estará batendo um papo no Prozac.
quinta-feira, 8 de julho de 2010
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Bacana,não chegei a ver "ainda" esse lado artístico do prozac...
ResponderExcluirEduardo, tu és um canalha! kkkkk
ResponderExcluirÉ porque aytualmente canalhice e arte est~~ao muito próximos!
ResponderExcluirIch bin müder. E aquela carinha de bicho grilo na parede. PURA ARTE, mané!
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