Na Av. Cel. Norton Chaves há quatro ou cinco bares. Aliás, duas cigarreiras, um ponto de encontro de prostitutas e traficantes de Nova Descoberta, um bar sem nenhuma qualidade e, é claro, o Prozac Bar. Na sexta-feira santa não ocorreu o já tão popular samba com Zé Eduardo, não necessariamente porque o samba é um dos símbolos do inferno ou de tudo que não pertence à Semana Santa, mas sim porque achávamos que as pessoas não iriam para evitar a cerveja e a carne, além da promiscuidade (para alguns, certamente) e da leveza da embriaguez, em respeito ao feriado cristão, o que um grande amigo do bar convenciona chamar da data mais sombria na história da humanidade. Bom, de todo modo, abrimos o bar e, mais ou menos às 22h, quase cem pessoas estavam espremidas entre o mesa e outra. Vendemos todas as cervejas, os espetos de carne, pediram-nos duas camisinhas emprestadas e imploraram para colocarmos Iggy Pop. Ou seja, dormi com a consciência pesada, pois até os traficantes e as putas da região respeitaram o calendário cristão, além de que, ao amanhecer, li num dos jornais mais pouplares da cidade que o Prozac Bar é o bar mais "imoral e satânico da região metropolitana". Poxa, temo não vir ninguém hoje ao bar. Amanhã conto.
sábado, 3 de abril de 2010
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