Na noite de sábado (05/12), com a segunda jam session oferecida pelo Prozac Bar em conjunto com alguns músicos, podemos dizer que uma cultura está sendo formada na cidade. Qual cultura? É difícil conceituar, contudo podemos afirmar que a imaginação dos presentes se torna tão ampla quanto a surpresa de enxergarem novos traços no grande painel elaborado pelo artista Marcos Guerra e, de outro modo, nas inesperadas recitações de poesia pornográfica (04/12 - o cineasta Emanuel Grilo), além, obviamente, do desaforado improviso musical.
Algo nos contentou bastante nesse mesmo sábado: apesar do Prozac Bar está situado a alguns minutos do corredor da folia, esse fato lamentável não abalou as propostas mais autoritárias do bar. Alguns foliões apareceram casualmente e, não casualmente, desapareceram sob risadinhas provindas do balcão. Mencionamos o balcão para resgatar a clássica imagem cinematográfica em que, dividido pelo espaço onde se colocam drinks, um senhor acende um cigarro e diz algo como: nada mais há a fazer e o melhor é tentar dormir, apesar de que a noite foi estranhamente agradável.
domingo, 6 de dezembro de 2009
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